Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

My Name Is...


Marius e a sua Bond Girl (passar "rato" na imagem)


  Nunca pensei que era assim tão conhecido. Bastou dar um pequeno passo para lá da fronteira e o meu nome repercutiu de uma maneira que ainda hoje sou recordado, quiçá, com uma saudade tal que nem o tempo nem a distância fez esmorecer.

  Será que foi isso ou foi quando, na esteira com a "dama", marius sentiu repenicar os sinos da aldeia mais próxima que ficava a bué quilómetros de distância?!...

- «Vou perguntar nela, se ainda me recorda ou se foi casos di momento, na hora!... Pôxa, mas cerveja estava quente, nem deu para arrefecer os corpo que é assim qui se faz, a gente apaga os fogo com os frio da cerveja, mas não!... cerveja de litro voou naquele capim, até pensava que tinha tido uma insulação».

  Ô mariô, ginga aí, que dama já vem bamboleando o corpo, mesmo que tudo em volta seja marimbondo tu não queres saber. Ôi!... puxa no rebita…

  Vamos no “Kussunguila” e, à noite, vamos na tabanca do Ti Januário em «Tando-Zinze», beber uma Nocal, comer uma “paracuca”, ver as estrelas que vida não espera,... nem esteira.

  Meu nome é nome de mar e rio. Mar que vi, vejo e continuarei a ver, o Atlântico, rio, de seu nome Chiloango, nunca mais.

  Ô Mariô…


O meu agradecimento ao amigo Kelbeaumec (na Bélgica), pelo envio da música

publicado por marius70 às 02:45
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4 comentários:
De Anónimo a 20 de Outubro de 2008 às 20:49
A MINHA ADMIRAÇÃO E RESPEITO POR TODOS OS HOMENS QUE FORAM COMANDOS EM ANGOLA DA ÉPOCA DE 60 E 70 O MEU GRANDE ABRAÇO CHEIO DE CARINHO


De luis carlos pinto a 8 de Novembro de 2008 às 00:13
caro marius

obrigado por me teres feito recuar algum tempo da minha vida. Tal como tu dizes "eramos homens com cara de meninos". Confesso que também sofri na pele, quanto mais não seja psicológicamente, pois tinha sido a primeira vez que tinha saído de casa. Quando ingressei na escola de aplicação militar, certamente terás tido conhecimento, que já em 1966, quando um irmão meu esteve na escola, a instrução militar era bastante dura e era dada práticamente por malta dos comandos. No meu tempo, portanto em 69, o grupo de instrutores e formadores, 50% eram comandos, se bem que alguns deles eram piores que isso, porque tinham sido daqueles que tinham chumbado nos cursos de comandos. Para teres uma ideia, vou-te referir alguns dos nomes que tu certamente já os não encontráste. - Alferes walter,aspirante poças, furriel jardim, furriel mikey, furriel baltazar, alferes costa pereira, furriel marques pinto, furriel simas, furriel rocha santos e tantos outros...Como se não bastasse, também havia por lá uns monitores que eram umas "ricas prendas". Enfim, tudo passou. Quem nos dera esse tempo.

parabéns pelo teu trabalho e obrigado por me teres permitido viajar pelos teus sites.

Um abração,

luis carlos pinto


De Mike a 3 de Janeiro de 2009 às 14:00
Adorei esta viajem p/lo teu site trouxe-me recordações de há quase quatro décadas . Muito obrigado .
Um abraço M. fernandes


De Velez a 30 de Maio de 2009 às 12:32
O meu apreço a minha admiração pela coragem que teve em trazer a este Blog a Sua História na Guerra do Ultramar.Convivi muito nos CMDs.ANGOLA, anos 65/69,Cinema Militar.Foto-Cine.Depois73/75 Tran-missões ( Atma)
Fica aqui um forte Abraço,Saudações
Angolanas,
Assisti a várias Cerimónias da entrega da Bóina.Aquela Frase
"QUERES SER COMANDO? QUERO!!!ENTÃO VAI E CUMPRE O TEU DEVER.Marcou-me muito e que recordo Eternamente.Velez


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